sábado, junho 28, 2008

simples

O tempo que caminha sem rumo
O silêncio que contempla a alma
Como um tempero natural
Cenas recorrentes de cada sol
Simples como o gosto do sal.

Leve, sinto alegria e canção
Criando, escrevendo a melodia
Vou exercendo meu oficio, menção
a cada momento deste meu dia.

Falo de gente, falo de cores
Vivo no som, a dor e os sabores
Repasso o dom, a voz e a verdade.
E falo mais que a tudo do Céu,
Simples como viver a eternidade



tentativa desesperada de escrever. saiu isso.
ainda não consegui analisar se ficou bom....

4 comentários:

Fabinho Silva disse...

virou musica

Fabinho Silva disse...

virou musica.

Priscilla disse...

ficou maravilhoso..amei seus poemas!!♥

debora camargo disse...

obrigada, Priscilla.

como te acho?

abraço